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terça-feira, fevereiro 22, 2011

OPINIÃO: ÁRBITRO DECISIVO

Nesta jornada da Liga, o dérbi algarvio entre Portimonense e Olhanense foi palco maior da incompetência arbitral que grassa por aí, só mitigada pela miopia dos principais responsáveis pelo sector em Portugal.

Com o ar atoleimado que Deus lhe deu, um tal Hugo Miguel, mais os chamados auxiliares (outrora, simples bandeirinhas), conseguiram adulterar grosseiramente o resultado do jogo que marcava o regresso do futebol de I divisão a Portimão. Impedindo ainda Carlos Azenha de experimentar o sabor da vitória como treinador principal. Já é azar! Hugo Miguel, esse, a arbitrar assim, tem uma brilhante carreira à sua frente.

Duarte Moral in Correio da Manhã

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

EXEMPLO ACADÉMICA EM TRÊS CAPÍTULOS

18 de Outubro de 2009
Portimonense, na 2ª Liga, com plantel e rodagem de Lito Vidigal, perde por 2-1 em casa do primodivisionário Académica em jogo muito equilibrado para a Taça de Portugal que assinala a estreia de Villas Boas como treinador principal da Briosa. Portimonense jogou de igual para igual, em Coimbra, perante equipa de escalão superior.

11 de Novembro de 2009
Menos de 1 mês após o jogo para a Taça de Portugal, os adversários reecontram-se, agora na Taça da Liga, e o Portimonense "massacra" a Académica num jogo de dois capítulos (o tal que foi interrompido devido a uma falha eléctrica). O empate sem golos (muito feliz para a Briosa) permite que a Académica passe à fase seguinte no caso da média de idades.

7 de Novembro de 2010
Agora com o plantel de Litos e o dobro do orçamento, Portimonense e Académica encontram-se na Primeira Liga, no Estádio do Algarve. Académica melhor na primeira parte já vence por 2-0 aos 45m. Portimonense superior na segunda parte ainda consegue chegar ao empate.

Conclusões:

1) Plantel desenhado por Vidigal, com metade do orçamento, fazia igual (ou melhor) que o actual;
2) Litos pegou numa equipa já trabalhada e a vencer, bem estruturada, que jogava futebol ao nível de algumas da Primeira Liga. Mérito de Vidigal.
3) Da mesma forma que Litos não é considerado por muitos o principal obreiro da subida (embora lhe seja devido o mérito de gestão à posteriori) pois não escolheu o plantel, e mantendo a mesma linha de pensamento - ou seja, coerência - também Azenha não pode ser considerado o principal culpado pelo momento actual pois não escolheu os elementos com quem agora trabalha.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

ORÇAMENTO VS INVESTIMENTO

O Portimonense com a presença na Primeira Divisão pôde utilizar grande parte das receitas (televisivas, patrocinadores, etc) para abater o passivo em cerca de um milhão de euros, segundo o que foi amplamente anunciado.

Sabemos que devido a isto, o Portimonense apresenta mesmo o orçamento mais baixo da Liga. Optou por recorrer empréstimos de jogadores, e tem grandes dificuldades em negociar com alguns jogadores com créditos, em virtude do salário elevado que pedem.

Continuando neste caminho, e procurando cumprir com rigor o que foi orçamentado para esta época, o Portimonense aproxima-se a passos largos da descida de divisão, o que, por consequência vai fazer com que grande parte destas receitas desapareça na próxima época, tornando muito complicada uma nova subida de divisão.

Tendo isto em conta, e fazendo um mero exercício de possibilidades, não seria de arriscar, reinvestir parte do dinheiro destas receitas na aquisição de 3 bons reforços, abatendo menos passivo?

Continuando o exercicio, colocando de parte 200 mil euros para ir ao mercado, tendo em conta que faltam 5 meses de campeonato, ou seja 5 salários, seria possível investir em três jogadores que auferissem em média um salário de de 13 mil euros/mês. Fariam a diferença nesta equipa alguns reforços?

A continuidade nesta divisão representaria também a possibilidade de, na próxima época, abater definitivamente todo o passivo, colocando as contas a zeros. Descendo de divisão, muito dificilmente isso se concretizaria.

Obviamente que não existe conhecimento da possibilidade real de poder tomar esta opção, uma vez que as receitas até já podem ter sido aplicadas para pagamento de fornecedores, empregados, etc, mas se existir, será um risco a correr?

Deixe a sua opinião na caixa de comentários e vote também na sondagem.

terça-feira, janeiro 18, 2011

OPINIÃO: OS EMPRESTADOS (E NÃO SÓ)

Não compreendo a atitude de certos jovens jogadores, alguns internacionais sub-21 por Portugal, em vários escalões! A atitude deles, mas também a de quem impõe ou deixa impor clausulas que os obrigam a jogar um número mínimo de jogos, deixando-os numa posição desigual perante os colegas.

Os jogadores, mais do que ninguém, deveriam estar preocupados em treinar bem, jogar melhor e provar o seu valor e potencial. Quando vêm trabalhar para um clube onde há jogadores com menos talento natural, ou que nunca tiveram a sorte de treinar num grande, acham-se no direito de exigir, reclamar e fazer birras, em vez de tentarem aprender com as experiências de vida, que embora acumuladas em divisões inferiores, lhes podem ser úteis.

Quanto vale o talento? Será que é tão complicado olhar à volta e ver os inúmeros exemplos de ex-promessas a actuar no Chipre, na Roménia ou mesmo nos distritais? Será que porque já podem comprar um BMW um Porsche ou um Ferrari já se dão por satisfeitos, quando ainda têm uma carreira pela frente? Factores como o reconhecimento por parte dos adeptos, colegas, treinadores e dirigentes dos clubes por onde passam, deixaram de ter qualquer importância?

Talvez a entrada precoce num mundo que tem uma exposição mediática brutal, devesse ser acompanhada por alguém com capacidade para incutir outros valores, outra mentalidade.

Depois há o problema do Algarve. O Algarve tem praias, tem vida nocturna, e tem um clima mais agradável que o normal. Há que tirar partido disso, mas é preciso que estas distracções não sejam um handicap nos treinos e nos jogos, mas sim um factor motivacional, de felicidade, de apreciação da qualidade de vida de que dispõem. E neste aspecto não são só os mais novos e os emprestados que acabam por enveredar por caminhos que não são compatíveis com o exercer de uma profissão tão exigente em termos físicos. Há também os que aproveitam para acabar a carreira, a ganhar algum dinheiro, e num ambiente de férias ou pré-reforma.

São estes exemplos que passam para os jovens das escolas do clube, e que fazem com que o talento natural se desperdice, em troca de umas noites bem passadas.

No caso do Portimonense, fica ideia que poucos jogadores sabem que este clube é uma instituição com 96 anos de história, rica em feitos, em êxitos, e outrora com uma mística própria das gentes da cidade. E assim ela se vai perdendo - quer por não haver ninguém que passe estes valores de geração em geração, quer por se desaproveitar o talento dos jovens da localidade, para apostar em negócios duvidosos impingidos por empresários, ou como troca de favores.

Há muita falta de respeito pelas instituições e por aqueles que as mantêm vivas - os sócios e os adeptos.

segunda-feira, janeiro 17, 2011

POUCA AMBIÇÃO

Os comentários de Carlos Azenha à derrota frente ao Sp. Braga causaram insatisfação generalizada. Compreensível. O Sp. Braga, que ainda não tinha vencido em nenhuma deslocação, foi apresentado como um adversário que, à partida, não contava para somar pontos...

É verdade que os argumentos de ambas as equipas são totalmente diferentes, e que os respectivos plantéis foram moldados para participações em competições de exigências e objectivos distintos, que ninguém põe em causa.

O caso muda de figura pela péssima forma como a mensagem foi transmitida pelo Sr. Carlos Azenha que praticamente passou publicamente um atestado de incompetência à equipa. Qual será então o conteúdo das palestras motivacionais aos nossos jogadores? Não sabemos. Mas eles (jogadores) já sabem que, para o treinador, alguns jogos daqui a frente não contam.

No ar deixamos também uma observação que sustenta o título deste post: em dois jogos de tudo ou nada, sempre a perder, em nenhum momento o Portimonense foi capaz de ter em campo dois pontas-de-lança. E só Pires foi utilizado na frente de ataque. Num dos jogos (frente ao Vitória de Setúbal), o Portimonense termina mesmo sem avançados. Opções no mínimo discutíveis numa fase já tão crítica do campeonato.

"Tínhamos a consciência de que este não era um jogo do nosso campeonato. O nosso começa e partir do próximo jogo, com a Naval, e depois temos a possibilidade de jogar no nosso estádio, com o Paços de Ferreira.".

Queremos mais ambição. E que, mesmo a perder jogos, a atitude demonstrada seja outra.

quinta-feira, janeiro 13, 2011

PORTIMONENSE: UMA SOLUÇÃO OU UM PROBLEMA?

Por muito que nos agrade ver o Municipal de Portimão no seu local de sempre e devidamente reabilitado, uma série de interrogações continuam no ar. Para o Portimonense e para a própria cidade.

1) Na actual localização do Estádio (e zona envolvente) vai surgir o IN Center, inserido no Plano de Pormenor de Estruturação Urbanística da zona envolvente da área da Horta do Palácio (ver vídeo). Este projecto mantém-se? Ou será que o Estádio tem utilização apenas a (curto/médio) prazo?

2) Se o IN Center avançar, onde joga depois o Portimonense? O futuro tem que ser trabalhado já, para o que o clube não volte a ficar sem estádio.

3) A presença do Portimonense neste terreno será um entrave para o avanço do IN Center? Ou a execução do projecto em anexo depende de outros factores?

4) Alterar o projecto do IN Center, integrando o Municipal de Portimão (o investimento está feito), será possível?


segunda-feira, janeiro 10, 2011

ANÁLISE INDIVIDUAL A MEIO DO CAMPEONATO

Ventura - Tem sido muitas vezes o melhor em campo, salvando o Portimonense de piores resultados, mas como outros elementos da equipa, a inexperiência, já o levou a cometer, ainda que raras vezes, erros que comprometeram.

Ricardo Pessoa - A regularidade do costume, a maneira de liderar do costume e a entrega pelas cores do Portimonense do costume. Se há algumas falhas a apontar, sobretudo a nível defensivo, são largamente compensadas pelas outras características. No sector defensivo, e Pessoa também sofrerá deste mal, fico com a ideia que há pouca organização, falhas na compensação, e alguma falta de solidariedade, que o Pessoa pelo seu flanco sofre na pele.

André Pinto - As características físicas, mas também uma maturidade invulgar na sua idade, fazem dele a melhor unidade do sector defensivo. Bom tecnicamente, tem facilidade em sair a jogar, e é exímio nos lances aéreos.

Di Fábio - É um jogador que não complica, e que limpa bem os lances de perigo quer pelo chão, quer pelo ar. Os melhores jogos que fez esta época foram contra os "grandes". Peca por alguma dureza de rins, que compensa com agressividade na abordagem aos lances, no bom sentido.

Nilson - Tal como grande parte da equipa tem sido intermitente, alternando grandes jogos com jogos menos bons. As suas exibições sobem de nível quando consegue fazer uso da sua principal arma - a velocidade. Precisa de mais jogos, rotina e experiência, para se poder impor como titular.

Ruben Fernandes - Não é um jogador do outro mundo, mas prima as suas exibições pela total entrega, e por uma boa leitura do jogo defensivo. Gosto especialmente de o ver actuar na esquerda, onde raramente perde um lance defensivo.

Pedro Silva - já actuou na lateral esquerda, nos últimos jogos tem sido utilizado no meio campo, onde o nível exibicional subiu. Esperava-se muito mais de um jogador que actuava numa equipa como a do Sporting e com a experiência que tem. Apresenta-se em más condições físicas para fazer 90 minutos.

João Paulo - No jogo que teve o primeiro grande teste, não aguentou a pressão. Não há grande base para avaliação da qualidade.

Soares - Parece ser um jogador com as características físicas e técnicas certas para a posição de pivô defensivo, mas nos minutos que jogou, foi quase sempre discreto e pouco agressivo.

Elias - As coisas não lhe têm saído bem, embora seja um jogador útil pela experiência que tem e pela versatilidade. Dá a ideia de precisar de melhorar os índices físicos.

Jumisse - Começou por ser a unidade de maior rendimento da equipa, mas a pouco e pouco tem vindo a baixar. Apesar disso é sempre um jogador que corre e luta até ao fim, tendo-lhe mesmo valido alguns castigos nos últimos tempos. Precisa de sacudir a pressão e voltar ao que mostrou no início do campeonato.

Pedro Moreira - Mais outra peça muito intermitente. Oscila entre jogos em que faz a equipa jogar, marcando os ritmos e distribuindo o jogo, por outros que desaparece do campo. Diga-se em seu benefício, que nem sempre actuou na posição onde melhor rende.

Aragoney - Alguns minutos a bom nível em Paços de Ferreira e um regresso agora, em que procurou pegar no jogo, mas colectivamente não foi feliz. Ainda há muito para mostrar.

Renatinho - Veio para o Portimonense a precisar de melhorar a sua condição física, e quando finalmente começava a render, lesionou-se, sendo pouco provável que volte ao clube.

Candeias - É o melhor jogador do plantel em termos individuais. Técnica apuradissíma, grande velocidade e excelente controlo de bola, poderão fazer dele um craque de um qualquer clube grande. Falta-lhe ainda a maturidade para perceber que nem sempre pode resolver as coisas sozinho, ou o momento certo para cruzar ou soltar a bola.

Ivanildo - A par de Candeias é outra das unidades de alto rendimento, com características semelhantes. Falta de atitude quando as coisas não correm bem à equipa é um aspecto a rever.

Lito - Depois de um começo mau, tem sido um jogador super regular, a bom nível exibicional e a emprestar toda a sua experiência em prol da equipa, o que lhe tem valido mesmo alguns golos.

Peña - Fez uma ou outra exibição bem conseguida, mas não mostrou fazer falta à equipa.

Pelembe - Fez um grande jogo em Braga, na primeira jornada, que me deixou na expectativa. Muito fustigado pelas lesões não tem conseguido mostrar o seu futebol. Parece-me que também tem sido utilizado fora da sua posição, ou pelo menos da que jogou em Braga.

Kadi - Começou a mostrar velocidade e boas desmarcações, mas foi-se apagando, perdendo a titularidade. Um avançado vive dos golos, e Kadi não tem marcado.

Pires - Aproveitou a baixa de rendimento de Kadi e ficou com o seu lugar no 11. A entrega que coloca em cada lance, e bom sentido de oportunidade, são as suas melhores qualidades, apesar de não se poder falar de um avançado completo.

Nota: Esta é uma análise com base na minha opinião pessoal. Convido-vos a deixar a vossa opinião como comentário. Os jogadores que não mencionei, foi porque a base de análise não é suficiente, para mim.

domingo, janeiro 09, 2011

ARTIGO DE OPINIÃO

Artigo de opinião enviado por Pedro Custódio, "Toy Marafado", membro fundado do Blog do Portimonense. Recordamos que o nosso email (portimonense1914@gmail.com) está sempre disponível para receber opiniões sustentadas e todo o tipo de material publicável como fotografias e outros pedaços de história. Eis o texto que nos foi enviado, que publicamos para discussão nos próximos dias:

Caros Portimonenses,

escrevo este artigo não com o objectivo de uma critica fácil e injustificada, mas de discutir convosco uma paixão que nos é comum, o Portimonense.

Os resultados desportivos da actual temporada estão muito longe dos desejados e várias podem ser as causas apontadas.

Na minha opinião, dois factores têm tido um peso decisivo nesta pobre e frustrante campanha do Portimonense na Liga Zon Sagres.

Primeiro, o facto do Portimonense disputar os seus jogos na condição de visitado a 60 Kms de Portimão. O segundo factor prende-se com a qualidade manifestamente pobre do nosso plantel.

Assumindo um papel de sócio e adepto, sem conhecimento profundo de todos os dados relativamente a estes processos, teço algumas considerações, pedindo desde já desculpa se cometer algum equívoco, mas que gostaria que todos opinassem sobre as mesmas.

Em relação ao Estádio, a Direcção do Portimonense não tem culpa. A Câmara é a única entidade que gere o recinto. No que diz respeito à constituição do plantel o caso muda de figura...

É um facto indesmentível que o plantel do Portimonense é um dos mais baratos da Liga e alguns dos ordenados não são suportados pelo Portimonense, casos de Pedro Silva e todos os jogadores emprestados pelo FC. Porto. No entanto, afirmar que estes jogadores não implicam custos para o Portimonense é mentira, senão vejamos. O venezuelano Peña tinha os ordenados pagos pelo Sp. Braga, no entanto o Sp. Braga recebeu do Portimonense um dos seus jogadores mais promissores a nível da formação, André Salvador. Do FC. Porto recebemos 5 jogadores, no entanto nem as excelentes relações do nosso Presidente com Pinto da Costa possibilitaram o empréstimo de jogadores com mais potencial. Duvido muito que jogadores como Soares e Pedro Moreira tivessem colocação na 1ª Liga se não tivessem vínculo aos dragões. A moeda de troca foi só a ida de Fábio Nunes para o Porto.

Outros casos merecem reflexão. Renatinho é um jogador caro e foi colocado em Portimão por um grupo de empresários, sem grandes custos para o Portimonense. A sua saída é um dado adquirido, pois esse facto já estava contemplado no acordo assinado.

Há uma palavra que me intriga bastante, o “scouting” do Portimonense. Caros amigos, é uma utopia completa, basta ver as contratações feitas nos confins do Brasil. João Paulo do “grande” Tombense e Di Fábio, no super Campeonato sul-coreano...

A excepção foram as apostas de Lito Vidigal e os 2 moçambicanos que Litos trouxe para Portimão.

Por último, uma palavra para as eleições agendadas para o próximo dia 24 de Janeiro. Não irá aparecer ninguém a sufrágio. O “timing” não é o mais correcto e só se justifica por uma razão, a actual Direcção demonstrar que não existem mais alternativas para gerir o clube e calar assim alguns críticos que exigiam as eleições desde o fim do mandato, conforme os estatutos do clube.

Durante esta semana quando veio na imprensa que não se falariam de reforços para não destabilizar a equipa para o jogo com o Vitória de Setúbal deu-me vontade de rir! Seriam os reforços que viriam destabilizar ou a perspectiva do clube ficar sem Direcção, uma vez que não vão surgir novas listas?

Enfim, depois de 20 anos ausente dos grandes palcos, o Portimonense e os seus adeptos não mereciam uma campanha tão penosa e que não honra nem um pedacinho os pergaminhos deste clube quase centenário.

Um bem haja a todos os Portimonenses.
Toy Marafado

sábado, janeiro 08, 2011

"FRANGO À PORTUGUESA"


...é o título de um artigo do jornalista Marcos Filipe que aponta baterias ao falhanço de Ventura no jornal Globoesporte.

Escreve o jornalista brasileiro Marcos Felipe: "O goleirão português Hugo Ventura, do Portimonense, conseguiu a proeza de fazer um gol. Mas contra o próprio patrimônio. O bizarro lance aconteceu na última sexta-feira na derrota de 4 a 2 para o Vitória de Setúbal."

Desconherá Marcos Filipe outros falhanços de seus compatriotas neste mesmo jogo. Gastrononicamente falando, aconselharíamos mesmo ao jornalista brasileiro um Bobó de Camarão.

quinta-feira, janeiro 06, 2011

OPINIÃO: ACENTUE-SE PRESSÃO PARA NOVO MANDATO DE FERNANDO ROCHA

Com as eleições marcadas para 24 de Janeiro e nenhuma Lista em perspectiva, o que irá acontecer ao Portimonense? O jornal "A Bola" adianta que Fernando Rocha está pronto para segurar o clube até ao final da época desportiva que decorre, impedindo que se instale já a crise directiva. Mas segue-se o ponto final.

Trata-se de uma solução a curto prazo mas que não dá qualquer garantia para a época 2011/2012 que já deveria estar a ser equacionada neste momento.

É urgente que surja uma excelente solução igualmente credível... ou que se acentue alguma forma de "pressão pacífica" para que a actual equipa directiva se mantenha em funções. Uma destas duas hipóteses terá que acontecer.

Lamentamos apenas que tantas vozes contrárias ao actual mandato (que efectivamente já está fora do prazo - o que, para mim, apenas valoriza uma equipa que já podia ter ido embora) não surjam neste momento com ideias para o Portimonense.

Tudo que se leu, neste e noutros espaços, surgiu sempre em forma de anonimato, aos quais nunca nos coibimos da dar voz, mas que por não terem cara não merecem credibilidade. E recordamos que houve total disponibilidade para debater ideias em igualdade. A única cara do Portimonense continua a ser Fernando Rocha que, por isso, deve continuar.

quinta-feira, dezembro 30, 2010

81% DOS ADEPTOS NÃO ACREDITAM QUE AZENHA SEJA ALTERNATIVA A LITOS

Lidar com a desconfiança dos adeptos será o primeiro grande desafio para Carlos Azenha no Portimonense. Em cada 100 adeptos, 81 não acreditam que o novo treinador seja alternativa a Litos, de acordo com a mais recente sondagem do "Portimonense 1914" realizada nas últimas horas que teve a participação de 143 leitores.

Numa opinião meramente pessoal, admito que seja possível encontrar alguns pontos que jogam a favor do Portimonense com a vinda de Azenha:

1) Um novo insucesso condenaria automaticamente a carreira do treinador. Logo, estará em Portimão a jogar um tudo por tudo, com perfeita noção de que terá de vencer. A competitividade poderá aumentar;

2) Tratando-se de um conhecido de Fernando Rocha, a coesão em torno da equipa irá crescer. Reedita-se um grupo que foi bem sucedido;

3) Carlos Azenha foi treinador adjunto do FC Porto e cruzou-se com alguns dos jogadores que evoluem no Portimonense (e outros que eventualmente estarão a caminho). Estamos em crer que, no interior do balneário, as relações e o espírito de grupo (que com Litos não andavam bem) poderão saír fortalecidos.

quarta-feira, dezembro 29, 2010

OPINIÃO: QUANDO VÍTOR PONTES NOS CALOU

A escolha de Carlos Azenha para treinador do Portimonense está muito longe de ser consensual. Neste momento, Azenha não carrega um estatuto que fique bem num clube enquanto treinador principal.

Mas sendo já um dado adquirido, socorremo-nos da história do nosso clube para pacificar e tentar unir todos os adeptos: Vítor Pontes foi o treinador de uma impensável descida de divisão protagonizada pelo Vitória de Guimarães. Foi com esse "ridículo" estatuto que chegou a Portimão e todos sabemos o que aconteceu depois, quando já ninguém acreditava na manutenção. Vítor Pontes calou muitos de nós.

Este caso relativamente recente comprova que falar antes de tempo não é correcto nem seguro. Carlos Azenha é bem-vindo pois chegou com a firme intenção de nos ajudar. O futuro dar-nos-à tempo para analisar se esta decisão foi, ou não, a mais correcta. E cá estaremos todos para isso.

Até lá, a nossa tarefa é apoiar o dobro. Porque celebrar subidas de divisão é fácil demais.

segunda-feira, dezembro 27, 2010

"WIKILEAKS" CHEGOU A PORTIMÃO - TRANSPORTE DE SÓCIOS FOI INTERROGADO

Em complemento ao artigo ontem publicado, ao melhor estilo "Wikileaks", publicamos EM EXCLUSIVO o documento que comprova a forma como coisas aparentemente fáceis de resolver e benéficas para o clube (e cidade de Portimão) subitamente se complicam.

Neste caso concreto trata-se de um simples transporte de sócios do Portimonense para o Estádio do Algarve (clicar no documento para aumentar) que o Município entendeu ser justo oferecer, e que uma força partidária não perdeu tempo em interrogar.

Trata-se de um instrumento totalmente legal em Democracia. Porém interrogamo-nos se seria mesmo necessário, dados os fins a que este serviço se destina e os entraves colocados em algo tão simples.

Outros casos existem que fazem perder tempo desnecessário em situações semelhantes (outros documentos como este poderiam ser publicados) que explicam alguns impasses vividos, nomeadamente relacionados com o aluguer do Estádio do Algarve.

Acrescento que o autor deste post (eu próprio) não tem qualquer filiação partidária e que o texto seria precisamente igual se os intervenientes fossem outros. O que aqui está em causa é um serviço a que todos os sócios do Portimonense deveriam ter direito, que defendo a título pessoal.

LUÍS FREITAS LOBO ANALISA O PORTIMONENSE DE LITOS


"O PORTIMONENSE DE LITOS". O comentador Luís Freitas dedicou um artigo no site "Planeta do Futebol" à análise do comportamento do Portimonense esta temporada. Pelo texto ficamos a saber que, na opinião de Luís Freitas Lobo, o Portimonense ressente-se da falta de presença defensiva e ofensiva no meio campo.

Tem um projecto de jogo ofensivo atraente mas falta-lhe meio-campo para o suportar. É o maior problema táctico do Portimonense de Litos. Monta um 4x3x3 ofensivamente corajoso (com extremos, Candeias-Ivanildo) mas numa dita equipa pequena que, naturalmente, passa a maioria do tempo em organização defensiva, necessita de médios mais agressivos tacticamente nos espaços, num jogo de pressão-controlo-pressão.
Litos prefere um pivot único (Soares é lúcido a passar) mas mesmo quando procura, sem bola, desenhar quase um duplo-pivot para fechar melhor, nota-se que o único médio capaz de entender essa intensidade de jogo nas transições é Jumisse. Depois, pela capacidade de transportar bola disfarça a falta de ligação construtiva meio-campo-ataque. Pedro Moreira tem de aparecer mais. Renatinho deu à equipa maior criatividade mas a sua colocação atrás do nº9 ainda confunde mais. Porque Renatinho é mais segundo avançado do que médio ofensivo. Por isso, é uma equipa que durante o jogo, parece estar, ao mesmo tempo, tão perto de marcar como de sofrer.


Retirado de: Planeta do Futebol

quarta-feira, dezembro 22, 2010

PSD QUESTIONA TRANSPORTE DE ASSOCIADOS PARA O ESTÁDIO DO ALGARVE

Criar condições para que os sócios do Portimonense se possam deslocar gratuitamente para os jogos no Estádio do Algarve tem obrigado Portimonense e Município a contornarem uma série de obstáculos políticos, leia-se mesmo requerimentos.

Nos últimos tempos tem sido o PSD a colocar em causa o transporte de sócios, desafiando o Município a justicar a forma como se tem processado este serviço, chegando ao ponto de pedir facturas e recibos...

Legal e justificável, estamos em crer. Mas também dispensável, dadas as dificuldades que são públicas próprias de um clube como tantos outros que, sem este tipo de apoios, simplesmente não avança e não sobrevive. Com a agravante de, neste caso em concreto, ser a única forma possível de levar sócios sem mobilidade a jogos que se disputam a 60 quilómetros da cidade. Que o clube deseja oferecer mas o PSD interroga e coloca em causa...

Será este um dos exemplos concretos para a resistência de Fernando Rocha em avançar para novo mandato?

terça-feira, dezembro 21, 2010

AINDA HÁ TEMPO

Terminado o ano no que a competições diz respeito, o Portimonense conta com 9 pontos, após um empate na Madeira, tirado a ferros, e que poderá ajudar nas contas finais para alcançar o grande objectivo desta época.

Na época passada, por esta altura, o nosso vizinho e principal rival algarvio nos tempos que correm, o Olhanense, contava com apenas mais um ponto. Na altura a fazer a sua estreia no campeonato principal após muitos anos de ausência, o Olhanense também atravessou dificuldades, mas conseguiu manter-se. Estabeleço o Olhanense como termo comparativo, não por ser um rival, mas por todas as semelhanças que se podem traçar em relação ao percurso que teve.

Ainda com uma jornada da primeira volta por disputar, em casa, frente ao Vitória de Setúbal, o Portimonense poderá na melhor das hipóteses, se ganhar a este adversário directo nos objectivos, terminar a volta com 12 pontos.

O histórico da competição diz-nos que, desde que o campeonato se disputa a 16 equipas, 26 pontos serão suficientes para alcançar a manutenção. Ficariam a faltar 14 à condição de levarmos de vencida a formação sadina.

É imperioso que recuperemos o nosso "habitat" natural e os jogos de primeira regressem a Portimão. É impreterível que as condições de treino sejam substancialmente melhoradas com a recuperação do campo dos 2 Irmãos. É necessário que se procedam a alguns ajustes no plantel de modo a amenizar alguns dos pontos fracos da equipa ou a reforçar a concorrência e fazer melhorar o rendimento dos habituais titulares.

Se tivermos em conta tudo o que de mau se passou quase terminada a primeira volta do campeonato e todas as dificuldades que temos encontrado a vários níveis, na segunda metade do campeonato só podemos esperar melhorias. Se foram alcançados até agora 9 pontos, com uma equipa com experiência mínima em campeonatos deste nível, só poderemos ter esperança que na segunda volta, a equipa já tenha adquirido conhecimentos suficientes para corrigir os erros que foram sendo cometidos.

Em relação à mudança de treinador, um cenário proposto por muitos, sou da opinião de que a mudar, teria que ser uma opção muito realista a ser tomada pela direcção, avaliando o trabalho que está a ser feito. Com isto quero dizer que é importantíssimo não entrar em loucuras por um treinador conceituado (milagres não existem, por muito que se pague), e nem dar um tiro no escuro com um treinador sem experiência. Apesar de se poder contestar esta ou aquela opção de Litos, é inegável que as condições em que tem trabalhado são muito complicadas.

Por último, e aproveitando a época que vivemos, é necessário apelar à união de todos do grupo de trabalho, pois será meio caminho para ter o apoio de toda a massa associativa. Todos os adeptos valorizam o empenho e a entrega em defesa da camisola do nosso clube. É isso que pedimos aos jogadores para que o 2011 seja definitivamente melhor. Ainda há tempo...

quarta-feira, dezembro 01, 2010

NUNO SILVA ATIRA-SE A CAIXINHA

Dr. Nuno Silva

O treinador leiriense Pedro Caixinha lançou insinuações graves na conferência de imprensa após o final do Portimonense - União de Leiria, referindo-se ao "apagão" no Estádio Algarve, segundo o próprio provocado pelo clube alvinegro, sem esquecer o facto do meio-campo destinado à sua equipa no dia seguinte (faltava jogar-se 38 minutos), ter sido regado propositadamente no sentido de colocar dificuldades acrescidas à sua equipa...

Tais acusações mereceram do Portimonense o mais veemente repúdio pela voz do Director de comunicação/relações públicas, Dr. Nuno Silva.

"Foram insinuações completamente idiotas, que não podem passar em claro no futebol profissional, com pessoas profissionais. O relatório poderá ser consultado por quem quiser. O problema de electricidade é completamente externo ao próprio estádio. Não passa pela cabeça de ninguém, nem como anedota, lembrar-se de dizer que o Portimonense desligaria a luz do estádio. Não estamos em 1910, nem em 1920, mas sim em 2010, e não podemos passar ao lado da insinuação", refutou o relações públicas do Portimonense.

Relativamente ao relvado, o Dr. Nuno Silva, foi taxativo, "o relvado foi regado pelo São Pedro, que tanto rega para Sul, como para Norte."

As tristes declarações produzidas pelo treinador leiriense em nada abonam à verdade do futebol e à seriedade de todos os seus intervenientes. A Comissão Disciplinar da Liga, em defesa de um espectáculo que se quer "limpo" de quaisquer comportamentos anti-desportivos, teria aqui matéria para se debruçar nos próximos dias... ou será que não?!

segunda-feira, novembro 29, 2010

INEXPLICÁVEL!?

Na minha opinião, o Portimonense é uma equipa recheada de bons valores, casos de Candeias, Ivanildo, Renatinho, Pessoa, André Pinto, Ventura, só para citar alguns exemplos. Alguns jogadores que não tinham começado da melhor forma até têm vindo a subir de rendimento, casos de Pedro Silva, Di Fábio e Renatinho. A equipa apresenta na maior parte do tempo bom futebol, boas jogadas de entendimento, um sistema táctico adequado aos seus jogadores e que privilegia o futebol de ataque.
Na maior parte das vezes, as análises feitas na comunicação social, elogiam a equipa do Portimonense, sua organização e os seus jogadores. Raramente o Portimonense é apresentado como tendo sido claramente inferior ao adversário.

O que é facto é que não podemos continuar a explicar os maus resultados só com a falta de sorte, erros de arbitragem, falta de condições de treino e com o facto de jogarmos a 60km de casa.

É muito complicado explicar alguns resultados desta época, em que o Portimonense tinha tudo para conseguir alcançar vitórias, e, essencialmente por desconcentrações ou infantilidades, deixa fugir a possibilidade de um bom resultado.

Os dois últimos jogos são exemplos gritantes disto mesmo. Para a Taça, com o Vitória, a vencer e a controlar o jogo, permitiu-se uma reviravolta. A contar para 12.ª jornada, o mesmo aconteceu. E neste jogo nem podemos apontar falta de frescura física, pois o jogo recomeçou no dia seguinte, já em vantagem!
Mas esta época já são exemplos a mais de jogos mal perdidos. Além dos dois que mencionei anteriormente, Naval, Paços de Ferreira, Nacional e Aves para a Taça da Liga, foram jogos em que o resultado não se enquadrou naquilo que se jogou em campo.

É preciso que se encontrem explicações, que se mude o que for necessário, e que de preferência se comuniquem cá para fora explicações válidas, sob pena de haver cada vez menos apoio e menos pessoas a acreditar.

Vamos a dar a volta por cima. Rapidamente!

sexta-feira, novembro 26, 2010

E SE... ?

Muita coisa tenho lido na imprensa, no blog, nos comentários que aqui vão sendo deixados. Rumores de mau estar, acusações, boatos de possíveis saídas...
Gostaria de deixar aqui um pedido. Aos dirigentes, treinadores e jogadores, às pessoas que conhecem os jogadores e escutam os seus desabafos, e às pessoas que inventam saber coisas só porque lhes apetece.
Unam-se em torno do clube e pensem todos no mesmo objectivo, que passará por garantir a manutenção o mais rapidamente possível. Não deixem passar essas situações cá para fora e resolvam-nas internamente.

Adeptos verdadeiros vêem-se nestas alturas, por muito que discordem das opções do treinador, que gostem menos das qualidades de determinado jogador, o que está em causa é o Portimonense Sporting Clube.

E se... em vez de andarmos de volta com este tipo de discussões, nos deslocássemos massivamente, no Domingo, ao Estádio Algarve, para apoiar o nosso Portimonense?
É um jogo que será disputado à hora tradicional, não há desculpas! Gostaria de ver uma boa moldura humana a apoiar a equipa durante os 90 minutos, e a ajudar a conquistar 3 pontos que serão essenciais quer para dar a volta à situação actual, quer como mais um passo na difícil caminhada pela sobrevivência entre as melhores equipas portuguesas.

segunda-feira, novembro 15, 2010

A DERROTA NO PORTO OU... O DIA DA INDEPENDÊNCIA

Imagens: Maisfutebol

Sem surpresa, o Portimonense saíu derrotado no confronto frente ao Porto e caíu nos lugares de despromoção onde já não era visto desde as primeiras jornadas do campeonato.

Sem qualquer ponta de lança no "11" inicial, a estratégia passava pelo aproveitamento de lances rápidos através das alas com Candeias e Ivanildo, deslocando-se Renatinho para o apoio. Uma "manta curta" para gerar oportunidades mas que cobria o sector do meio campo onde o Portimonense dava pouco espaço de actuação. Com uma defesa "encostada" à área, o perigo que Hulk representava foi bem anulado e a avalanche de ataque portista que muitos temiam nunca chegou a acontecer, embora o domínio territorial e de posse de bola fossem claramente favoráveis ao FC Porto.

Com boas oportunidades desperdiçadas por Walter (estreia a titular) e Beluschi, o Portimonense adiou o golo até aos 30 minutos. O avançado brasileiro aproveitou o adiantamento de Ventura para concretizar um chapéu de excelente execução.

O Portimonense não perdeu tempo, tirou o amarelado Soares e colocou em campo o rápido Kadi na tentativa de explorar o espaço nas costas da defesa do FC Porto. A jogar "olhos nos olhos", os alvinegros equilibraram e deram excelente réplica. O meio campo ficou inteiramente entregue a Jumisse e Pedro Silva (muito bem a ocupar o espaço e a acrescentar qualidade de passe).

Na 2ª parte houve Kadi, houve mais Ivanildo, houve Renatinho a distribuír jogo mas Candeias dava mostras de cansaço e não deu sequência à irreverência demostrada nos primeiros 45 minutos de excelente nível.

Kadi ainda colocou a defesa portista em sentido aproveitando a lentidão de Rolando e não esteve longe do golo. Ivanildo seguiu-se-lhe com um livre directo que fez a bola roçar a barra da baliza de Helton. E foi com o Portimonense em plena disputa de um ponto nos minutos finais que o FC Porto resolveu acabar com as dúvidas através de uma grande penalidade sofrida (muito discutível e inclusivamente negada pela imprensa do dia) e executada por Hulk. O jogo ficou resolvido e o Portimonense regressou ao Algarve de consciência tranquila mas sem pontos na bagagem.

Notas positivas para as exibições de Nilson (não deu um palmo a Hulk e ainda tentou esticar o flanco esquerdo), Ricardo Pessoa (certinho a defender primeiro Varela depois Rodriguez), Pedro Silva, Ivanildo (especialmente na 2ª parte) e Candeias (melhor nos primeiros 45 minutos). Jumisse constituíu uma forte primeira barreira de defesa quando o Portimonense perdia a bola. Di Fabio e André Pinto entenderam-se bem no eixo da defesa com excepção dos minutos iniciais, talvez ainda em fase de acertos posicionais. Kadi acrescentou metros ao ataque e foi capaz de fazer uso da velocidade para se mostrar.

Se existiam dúvidas sobre a vontade do Portimonense em atrapalhar a vida ao FC Porto, elas ficaram totalmente dissipadas com uma noite de futebol honesto que o nosso clube levou ao Dragão. Para o Portimonense foi o "Dia da Independência".

Ficha de Jogo:

Estádio: Dragão.
Assistência: 40.416 (80%).
Árbitro: João Capela.
Árbitros Assistentes: Tiago Rocha e Paulo Soares.
4º Árbitro: Paulo Rodrigues.
Observador: Manuel Faria.
Delegados: José Sousa e Raúl Silva.

F.C. Porto:
Helton "capitão"; Fucile, Rolando, Otamendi, Álvaro Pereira; Guarín, Belluschi, Rúben Micael (75`Castro); Varela (38`Cristían Rodríguez), Hulk e Walter (66`Ukra).
Suplentes não utilizados: Beto; Maicon, Emídio Rafael e Souza.
Treinador: André Villas Boas.

Portimonense:
Ventura; Ricardo Pessoa "capitão", André Pinto, Di Fábio, Nilson; Soares (38`Calvin Kadi), Pedro Silva (69`Elias), Jumisse; Renatinho (75`Hélder Pelembe), Ivanildo e Candeias.
Suplentes não utilizados: Ivo; Rúben Fernandes, Pedro Moreira e Lito.
Treinador: Litos.

Acção Disciplinar: Cartões Amarelos para Soares (6`), Álvaro Pereira (63`), Pedro Silva (68`), Jumisse (77`), Hélder Pelembe (84`) e Elias (86`).
Marcadores: 1 - 0 por Walter (30`) e 2 - 0 por Hulk (90`g. penalidade).
Resultado Final: 2 - 0.