quarta-feira, julho 27, 2011

INVERSÃO NA POLÍTICA DE CONTRATAÇÕES PODE DAR FRUTOS

Há vários que o Portimonense não apresenta um plantel no início da temporada com jogadores emprestados em número tão baixo. Até ao momento, com o plantel 2011/2012 prestes a ficar a fechado, apenas Rafa (cedido pelo Vitória de Guimarães - na imagem à esquerda) é proveniente de empréstimo.

Este facto apresenta-se como novidade mas também obriga a contenção nas contratações. Um plantel próprio significa que terá de ser o Portimonense a suportar ordenados e a encontrar soluções que permitam não sobrecarregar vencimentos, por exemplo através de parcerias.

No arranque da temporada, o Portimonense vai realmente apresentar um plantel seu praticamente a 100%, condicionado pela contenção orçamental, mas muito mais disponível para colher os frutos de uma boa época que todos esperamos.

4 comentários:

João Raposo disse...

Ser uma montra para outros voos, geralmente provoca um espírito de equipa e entreajuda menor! Penso que todos vimos isso na temporada passada! Um jogdor ligado contratualmente ao clube, sente, vive e sua de maneira diferente a camisola... pelo menos, acredito nisso! Vamos ver! Vamos esperar e acreditar mas, a meu ver, não é mal pensado.
Temos um exemplo acabado de um ngajo que há um ano estav na 3ª divisão e agora está na Liga dos Campeões...

UM'84 disse...

Alguém me confirma se o Hugo Seco faz, ou não, parte do plantel? No site oficial não consta lá qualquer referência ao jogador, mas foi noticiado em alguns meios, inclusive no Record (http://www.record.xl.pt/Futebol/Nacional/1a_liga/Portimonense/interior.aspx?content_id=691285) e no próprio site do representante (http://www.desportimedia.pt/pt/noticias/hugo-seco-no-portimonense)...

O mesmo para o Daniel Direito e o Rafael, que estão incluídos na lista de jogadores no zerozero: http://www.zerozero.pt/equipa.php?id=33

Relativamente a este artigo, concordo plenamente com esta medida, se bem que grande parte dos jogadores vincularam-se por 1 ou 2 épocas, o que nem sempre é garantia de retorno. Mas acaba por funcionar para os dois lados (do jogador e do clube): se for um activo importante, valoriza-se e, nas épocas seguintes, sai sem que o clube tenha de ser compensado; se não tiver sucesso ou for uma mais-valia para o grupo, então, na próxima época está de malas aviadas, sem que haja a necessidade de se recorrer a cláusulas de rescisão ou a qualquer tipo de encargos indemnizatórios.

Bem, no fundo é aquilo que quase todos os clubes/empresas fazem. Os chamados contratos a termo.

Anónimo disse...

E o Marocas e o George(Tocha) que tem vindo a ser falados no OJOGO?

Anónimo disse...

foram dispensados o marocas, george e hugo seco... so kontinua um medio nigeriano a experiencia